Homenagem do Governo Russo ao Capitão
Basílio Baranoff:
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| Capitão Basílio Baranoff com nosso Diretor
da Câmara para assuntos espaciais, Paulo Gontram
Ramos. |
Capitão Basílio Baranoff, com o Ten. Cel.
Av. Marcos Pontes |
A morte do Capitão Basílio Baranoff criou,
no meio ufológico, a ausência de um cérebro
especial, entre a fenomenologia dos discos voadores e as atividades
espaciais.
A pedido de nosso Diretor da Câmara para assuntos espaciais,
Paulo Gontram Ramos, encaminhamos em maio deste ano ao nosso
Cônsul Prof. Fernando G. Sampaio, pedido para que o
governo da Federação da Rússia prestasse
uma homenagem ao Capitão Basílio Baranoff. Imediatamente
o Cônsul acolheu e encaminhou o assunto ao Senhor Embaixador
Vladimir Tuerdenev, que prontamente aceitou a proposição
e encaminhou ao governo Russo, que reconhecendo seu trabalho
especial na integração e trabalho aéreo
espacial Brasil/Rússia, concedeu-lhe a honraria, infelizmente,
após os trâmites normais, quando chegou o comunicado
oficial o Capitão havia falecido.
Feito o comunicado a família, a homenagem será
feita em solenidade no Consulado Geral da Rússia em
São Paulo a entrega “pós morten”.
CURRÍCULO:
Em seu extenso currículo destacamos: Serviu no Instituto
de Pesquisas e Desenvolvimento (IPD), no Centro de Lançamento
da Barreira do Inferno (CLBI), no Instituto de Aeronáutica
e Espaço (IAE), todos subordinados ao Comando-Geral
de Tecnologia Aeroespacial (CTA).
Quando instrutor da Escola Preparatória de Cadetes
do AR (EPCAR), criou o Clube de Estudos de Foguetes, o Clube
de Astronomia e o Clube de Estudos da Exploração
Espacial, envolvendo e estimulando professores e alunos para
a atividade espacial.
No CTA, Baranoff integrou o grupo para a implantação
do Centro de Lançamento de Alcântara, no Maranhão,
foi Coordenador Técnico-Administrativo do Projeto Radiociência,
participou da montagem da sonda ionosférica de VLF-37
KHZ, participou da criação do Memorial Aeroespacial
Brasileiro (MAB), organizou e coordenou o Núcleo de
Atividades Espaciais Educativas (NAEE), cujo objetivo era
transferir os benefícios da exploração
do espaço para a educação, nas áreas
de Astronomia e Astronáutica.
Sua qualificação acadêmica em ciência
aeroespacial é digna de realce. Recebeu o certificado
de rastreamento de foguetes com radar e telemetria fornecido
pela National And Space Administration (NASA), noções
básicas para o treinamento de astronautas, ministrado
por cosmonautas e cientistas soviéticos, na Divisão
de Ensaios em Vôo (AEV) do CTA, sua formação
como Oficial Especialista da Aeronáutica foi na área
de Eletrônica e Telecomunicações.
Desde o lançamento do Sputnik, em 1957, Baranoff começou
a se interessar por vida
inteligente no universo, levando a vivências transdimensionais
neste campo, dosando o seu conhecimento de homem de ciência,
com experiência extra-física.
Por falar fluentemente a Língua Russa, participou de
diversas missões em Moscou, visitando várias
organizações e universidades ligadas ao trato
das atividades do espaço. Na Cidade das Estrelas (Star
City), relacionou-se com cosmonautas russos e astronautas
americanos que voaram na Estação MIR e continuam
voando na International Space Station (ISS). Esse relacionamento
facilitava a reciprocidade de Baranoff com esses homens do
espaço, permitindo trazer alguns deles ao Brasil, como
foi o caso da vinda do cosmonauta russo Alexander Lazutkin
ao I Fórum Mundial de Ciência e Espiritualidade,
em Brasília, no ano 2000,
promovido pela Legião da Boa Vontade (LBV).
O Ten. Cel. Av. Marcos Pontes, ao saber da morte do amigo
Baranoff disse que o "Brasil perdia um grande homem".
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